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segunda-feira, 4 de março de 2013

Ah, se fosse corinthiano

QUAL A DIFERENÇA ENTRE UMA BARRA DE FERRO E UM SINALIZADOR?

Um rojão também pode matar
Então, Fiel...

Para os antis e a imprensa rosa, os corinthianos são todos iguais: parciais, clubistas e ignorantes. Não sabem discutir, e por isso, não têm a menor credibilidade.

Para eles, não somos um Bando de Loucos, mas sim de Bandidos... compactuamos com assassinos e só queremos saber de acobertar crimes e criminosos. 

Segundo eles, não nos se importamos com o Corinthians. nós vamos aos estádios, sim, pra matar e destruir famílias. Certamente matamos o garoto Kevin pelo prazer de ver um rival sangrando até perder a vida.

Imaginem então o que esses mesmos antis e essa mesma imprensa rosa diriam se um torcedor fosse a um estádio com um arsenal de armas brancas, pronto para matar na primeira briga de torcidas que ocorresse? Pois é...

Mas imaginem agora a DECEPÇÃO dessas pessoas em saber que o sujeito NÃO ERA CORINTHIANO?

A reportagem no jornal ficaria tão boa, com a foto do "maloqueiro" estampando uma manchete como "pronto para matar!"... que pena.

Seriam feitas dezenas de montagens para serem viralizadas nas redes sociais, pra "provar" a má-índole e a falta de caráter dessa raça.

SÓ QUE NÃO. Porque o cara era SANTISTA. E isso decepciona.

Decepciona os antis porque põe no chão a teoria deles de que só o Timão tem maus torcedores.

E decepciona mais ainda a imprensa rosa, porque, se não é corinthiano, a matéria não rende. Não vende.

Enfim, Fiel...

Estamos em um momento no futebol onde discutir os problemas que a violência causa se tornaram fundamentais. A punição sofrida pelo Corinthians, por causa do garoto que morreu na Bolívia (?) vitimado por um sinalizador, provocou um movimento generalizado de revolta na mídia.

Afinal, a paz é mais importante, a vida deve ser preservada. 

Mas me digam, como que se preserva a vida levando para um estádio de futebol objetos como esses? Ou será que, por não ser possível atirá-los a 50 metros de distância, não tem problema?

Que jeito interessante a Torcida Jovem tem de preservar a vida...
Vamos aos fatos:

1 - Um torcedor do Santos levou ao Morumbi um arsenal de armas brancas: DEZ rojões, DEZOITO barras de ferro, DEZ CABOS DE MACHADO (?!??) e DOIS pedaços de madeira. 

2 - Essas armas (sim, ARMAS) foram encontradas dentro de um carro com o emblema da Torcida Jovem, uma organizada do time do litoral.

3 - O dono do carro - e das armas - um analista de sistemas de 24 anos, ADMITIU à polícia que usaria essas armas em uma eventual briga com corinthianos.

4 - Ele só foi descoberto graças à uma denúncia anônima.

Agora, vamos às consequêncuas:

1 - NENHUMA VÍRGULA sobre o assunto nas grandes mídias. Eu mesmo, só fiquei sabendo porque as notícias do R7 e da UOL foram parar no Meu Timão.

2 - O torcedor assinou um Termo Circunstanciado e, SE for a julgamento, SE for condenado, nem vai ver a cor da cadeia. Prestará serviços à comunidade.

3  - Contra o Santos, por parte da FPF, punição ZERO. Afinal, o clube não pode ser responsável pelas ações de seus torcedores, certo? #ironia
4 - Por parte da mídia, críticas ZERO. O Globo Esporte se deu ao trabalho de falar do jogo do Sâo Vicente mas sequer citou que um torcedor foi ao Morumbi com a intenção de MATAR corinthianos. Ou não, ele só queria se defender? #ironia2

Enfim, NOVAMENTE a hipocrisia e a parcialidade da imprensa cor-de-rosa fica ESCANCARADA. Não vejo revolta dos Andrés Rizeks da vida contra a violência que ronda o futebol brasileiro, contra os torcedores mal-intencionados, contra os clubes parceiraços das organizadas, que financiam essa violência... 

Afinal, se você ver com detalhes, as barras de ferro são personalizadas, vêm com o nome da torcida... 

E A MÍDIA EM SILÊNCIO!


A Federação Paulista determinou há poucos dias que árbitros podem até mesmo interromper um jogo se virem fogos e sinalizadores acesos nas arquibancadas de um estádio. O time para o qual os donos dos objetos torcerem podem até mesmo ser expulsos da FPF.

Agora pergunto, e para esse tipo de ação? Será que nada pode ocorrer com esse cidadão, por incitar claramente a violência nos arredores do Morumbi? Então, passou do portão do estádio, o clube se isenta?

Só digo uma coisa: AH, SE FOSSE CORINTHIANO. AH, SE FOSSE!

*Nota: O Terceiro Tempo cobriu o caso com alguma relevância, e outras mídias fizeram algumas citações. Mas NADA comparado com a revolta histérica do caso Kelvin, que nem foi no Brasil.

Fontes: R7 e UOL

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